Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro
Página inicial > Imagens > 2018 > Servidores do Ifes participam de mesa-redonda sobre assédio moral no trabalho
Início do conteúdo da página
Central de Imagens

Servidores do Ifes participam de mesa-redonda sobre assédio moral no trabalho

Servidores da Reitoria e de alguns campi do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) participaram, na manhã desta sexta-feira (29), de uma mesa-redonda sobre assédio moral no trabalho. A discussão foi mediada pela assistente social da Reitoria, Sandra Gonçalo, e teve a participação da assessora processual do Ifes, Layla Hatab, e do presidente da Comissão de Ética da instituição, Ricardo Martinelli.

Ricardo iniciou sua fala definindo que assédio moral e abordando como o servidor deve se portar para minimizar a possibilidade de sofrer com o problema. “O assédio moral é um tipo de violência em que a pessoa é exposta a humilhação, constrangimentos de forma repetitiva e por um longo tempo. Precisamos ter atitudes assertivas e trabalhar aspectos como autoestima, determinação, aceitação à frustração, autocontrole e sociabilidade”, explicou.

Como presidente da Comissão de Ética, Ricardo também orientou que o servidor que passa por esse problema, deve pedir ajuda o quanto antes. “Não há necessidade de esperar a configuração do assédio moral, se o servidor está com algum problema de relacionamento ou a sua chefia ou colegas de trabalho, deve procurar a Comissão de Ética do Ifes. Nosso intuito não é punir, é conversar para que as pessoas repensem as suas posturas”, complementou.

A assessora processual do Ifes, Layla Hatab, que realizou recentemente uma pesquisa sobre o assunto e analisa casos na sua prática diária na instituição, apresentou exemplos e fez alguns recortes sobre o assunto. “O assédio moral é o ato, não importa se a pessoa que sofreu se sentiu lesada ou não. O dano moral é a consequência, que a pessoa pode requerer indenização ou não, sempre judicialmente. O servidor público que presenciar deve denunciar os casos, e a instituição tem a obrigação de apurar, abrir processos administrativos e punir, caso seja necessário”, esclareceu.

O evento foi realizado pela Coordenadoria de Atenção à Saúde do Servidor (CAS), que já promoveu outras discussões durante o ano. “Nosso objetivo é discutir sobre assuntos que levam ao adoecimento do servidor, contribuindo assim para que o problema seja evitado. São ações, na verdade, de promoção da saúde, com foco na prevenção”, afirmou a enfermeira da CAS, Mirian Cardoso de Rezende Soares.

A pedagoga da Reitoria, Ignêz Brigida de Oliveira Pina, falou sobre a importância de participar de eventos como esse. “É um momento em que paramos para refletir sobre nossas práticas e responsabilidades. Outro ponto bem positivo é a integração, em que setores deixam de ser setores e todo mundo passa a ser um só”, comentou.

  • Criado em: Quinta, 28 de Junho de 2018, 21h00
Fim do conteúdo da página