Ifes promove ciclo de palestras sobre Direitos Humanos e relacionamentos interpessoais
A iniciativa está alinhada ao Plano de Permanência e Êxito previsto no Programa.

Além de oferecer formação técnica de excelência, o Programa Autonomia e Renda Petrobras valoriza a formação humana e cidadã de seus participantes. No Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), essa proposta foi colocada em prática por meio de um ciclo de palestras que estimulou reflexões sobre Direitos Humanos, dignidade no trabalho e relacionamentos interpessoais.
A iniciativa foi organizada pela equipe multidisciplinar do Programa no Ifes, formada por assistente social, psicóloga, técnico em Assuntos Educacionais e professora de Atendimento Educacional Especializado (AEE). Segundo a psicóloga Ludmila Liberato, a ação busca criar espaços coletivos de troca de saberes e experiências, fortalecendo a formação humana integral dos alunos e alinhando-se ao Plano de Permanência e Êxito previsto no Programa.
As atividades ocorreram entre os meses de junho e setembro. No dia 25 de junho, a assistente social Michela Venturim falou sobre Relacionamentos Humanos para estudantes do Técnico em Planejamento e Controle de Produção, no Campus Cariacica. Já a psicóloga Solineia Braun conduziu três encontros sobre Direitos Humanos e Dignidade no Trabalho: em 16 de setembro, para turmas de Soldagem, Metalurgia e Segurança do Trabalho, no Campus Vitória; em 22 de setembro, para alunos da qualificação em Montador de Andaimes no Campus Cariacica; e em 25 de setembro, novamente no Campus Cariacica, para estudantes do Técnico em Planejamento e Controle de Produção.
Outras ações
Além do ciclo, os alunos do Campus Cachoeiro de Itapemirim participaram de uma atividade especial sobre Comunicação Não Violenta (CNV) no dia 22 de setembro. A palestra “Da Treta ao Diálogo: Como a CNV pode transformar relações” foi ministrada pelo psicólogo Daniel Borges e reuniu estudantes de todos os cursos técnicos noturnos.
Com exposição teórica e práticas interativas, a atividade trabalhou a reformulação de falas agressivas, exercícios de escuta empática e dramatizações de situações do cotidiano profissional, mostrando como a CNV pode transformar conflitos em diálogos construtivos.
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